Portal Para a Morte

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

129 - O Ilusionista


Ao meu filho que tem dedicando-se ao ilusionismo nas horas vagas.


Decúbito confortavelmente
ordenando a moxinifada
que minha perturbação expõe,
neste prestidigitador ainda anônimo.

Objetos que fugidios
entre os longos dedos,
obstina-se em desaparecer.
Abrilhantando as mãos maravilhosas.

Qualificado, o ilusionista usa cartas, 
cubos ou outros que permutam:
Nas cores, naipes e/ou valores
que se movam na invisibilidade.

Feiticeiro dos meus olhos
encantado com o logro.
Enfeitiço-me a cada movimento
de tuas mãos mágicas. 

                         Janice Adja
(Plágio é crime e está previsto no Artigo 184 do Código Penal).




8 comentários:

  1. Belo poema. Pensei de início num filho criança em sua captura de objetos e sensações táteis....

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    1. Acertou! Um filho para a mãe nunca vai deixar de
      ser criança. rsrsrrs
      Natan, volte sempre.

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  2. Descrição poética bem feita.
    Um abração. Tenhas uma linda semana.

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  3. Olá Janice!

    Muito bonito o poema. O teu filho deve ter ficado feliz com a homenagem.
    Parabéns aos dois.
    Não sabia que tinhas um filho! ;)

    Beijinhos,

    Cris Henriques

    http://oqueomeucoracaodiz.blogspot.com

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  4. É uma actividade fascinante... Obrigado! . E pode ler o meu mais recente poema em https://vieiracalado-poesia.blogspot.pt/2016/10/o-marmore.html Cumprimentos!

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    1. Vieira, fiquei feliz co sua visita.
      Obrigado.
      Beijos!!

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